Preview da sexta temporada de House M.D.
Como já mencionei em algum post passado, sou fã de House. Deixo vocês com um preview da sexta temporada da série, que estréia em setembro nos EUA.
Se você não sabe quem é House, clique aqui.
O jornalismo on-line chapa branca.
Pessoas como eu, que moram no exterior, dependem quase que inteiramente dos portais on-line de notícia para saber o que está acontecendo no Brasil. Na minha opinião, dois sites se destacam pela quantidade de conteúdo jornalistico: o UOL e o Globo.com. O primeiro possui as notícias da Folha on-line, o segundo conta com o portal de notícias G1 e a reportagem da Rede Globo. Porém, há uma diferença considerável entre os dois: enquanto o UOL, normalmente, tem notícias mais “sérias”, o Globo.com não traz quase nada de importante. Eu sei que eu comentei sobre o assunto em um vlog há alguns meses, mas eu gostaria de voltar a ele neste post.
Não sei em que medida você está acostumado com a estrutura do Globo.com, mas ela é assim: há, na parte superior da página, um quadro com notícias em destaque (o mesmo que aparece na parte superior deste post), logo abaixo, a página possui três colunas com notícias. A primeira coluna, supostamente, trata de notícias “sérias” advindas do mundo todo, a segunda coluna traz notícias de esporte, a terceira, denominada “entretenimento”, traz, basicamente, notícias sobre as novelas da Rede Globo e fofocas do portal EGO. Deixemos essas duas últimas colunas de lado e nos foquemos na parte na qual a notícia de facto deveria estar, i.e., nas notícias em destaque e na coluna com notícias do Brasil e do mundo (está última foi devidamente copiada e colada aqui, na imagem ao lado — clique na imagem para maximizá-la).
Enquanto, no mesmo período do dia que eu copiei as duas imagens presentes neste post, o site do UOL traz informações sobre a política brasileira, dando destaque para questões envolvendo o Sarney, a CPI da Petrobras e o Conselho de Ética do Senado, essas questões são totalmente ignoradas pelo Globo.com, como se não fossem a bola da vez.
A pergunta que eu me faço é sobre o porquê de um site que, em grande parte, possui o jornalismo como um de seus carros-chefe ignorar notícias que são de grande importância para o leitor que o acessa em busca de informação. Com efeito, por que se destaca a prisão do Romário e a tosa colorida de cachorros na Inglaterra em detrimento da crise da política brasileira e dos escândalos de corrupção do Senado? — E não me peça para começar a falar do G1 (o portal de notícias do Globo.com), uma vez que o que você encontra lá não é nada de muito diferente daquilo que está na front page do site.
Vida longa ao jornalismo chapa branca! — Ele pelo menos nos dá alguns minutos de esperança de que não há nada de muito errado com o país.
Enquanto, no mesmo período do dia que eu copiei as duas imagens presentes neste post, o site do UOL traz informações sobre a política brasileira, dando destaque para questões envolvendo o Sarney, a CPI da Petrobras e o Conselho de Ética do Senado, essas questões são totalmente ignoradas pelo Globo.com, como se não fossem a bola da vez.
A pergunta que eu me faço é sobre o porquê de um site que, em grande parte, possui o jornalismo como um de seus carros-chefe ignorar notícias que são de grande importância para o leitor que o acessa em busca de informação. Com efeito, por que se destaca a prisão do Romário e a tosa colorida de cachorros na Inglaterra em detrimento da crise da política brasileira e dos escândalos de corrupção do Senado? — E não me peça para começar a falar do G1 (o portal de notícias do Globo.com), uma vez que o que você encontra lá não é nada de muito diferente daquilo que está na front page do site.
Vida longa ao jornalismo chapa branca! — Ele pelo menos nos dá alguns minutos de esperança de que não há nada de muito errado com o país.
Dia Internacional do Rock: 5 bandas as quais você deveria ouvir.
Para comemorar o Dia Internacional do Rock, resolvi falar de 5 bandas que, na minha opinião, são sub-apreciadas pelo público brasileiro. É bem provável que você não conheça alguma delas, mas saiba que todas têm os seus lugares de destaque na história do Rock como bandas que influenciaram muitos artistas subsequentes. Acho bom que o público brasileiro saiba que há bandas de Rock importantes (e históricas) — das atualmente consideradas fora do mainstream do gênero — que não são o Ramones nem o Iron Maiden.
MC5. Banda formada em 1964, nos EUA, durou somente 3 álbuns de estúdio. É tida como uma das primeiras (ou até mesmo “a” primeira) banda de Hard Rock da história, tocando um estilo também conhecido como Garage Rock.O que ouvir primeiro: Kick Out the Jams de 1969 (a canção Kick Out the Jams, que dá nome ao álbum, foi regravada recentemente, com os vocais originais de Rob Tyner, para a série de videogueime Guitar Hero).
Jethro Tull. Uma das bandas mais longevas do Rock inglês (na ativa, aos trancos e barrancos, desde 1967), já foi tachada de banda de Hard Rock, Blues-Rock, Rock Progressivo, Rock Eletrônico, Folk-Rock, entre outros. Os estilos visitados pela banda foram dos mais variados, de forma que um fã de Jethro Tull tem que ter um ouvido treinado para apreciar todas mudanças e experimentações pelas quais a banda já passou. A “era de ouro” da banda, contudo, normalmente é tida entre os álbuns Aqualung (de 1971) e Stormwatch (de 1979).O que ouvir primeiro: Aqualung de 1971, Thick as a Brick de 1972 e Heavy Horses de 1978 (um dos meus favoritos).
Thin Lizzy. Se sub-apreciação tem um nome entre o público brasileiro, ele é Thin Lizzy. A banda irlandesa de Hard Rock, formada 1969, é uma das mais influentes da história do Rock; muitas bandas atuais creditam inspiração a eles. Suas canções já foram regravadas por artistas como Iron Maiden (lado b), Metallica e The Cardigans.O que ouvir primeiro: Fighting de 1975 e Jailbreak de 1976.
Blue Cheer. Banda californiana formada em 1966, o Blue Cheer é tido por muita gente como a primeira banda da história a tocar Heavy Metal. O som da banda é, pelo menos nas suas primeiras gravações, marcado por uma pegada de Blues e uma dose de psicodelia.O que ouvir primeiro: Vincebus Eruptum e Outsideinside, ambos de 1968.
Free. Banda inglesa formada em 1968, o Free não precisa de muitas apresentações. A banda toca um Hard Rock com pegada de Blues que vai direto ao ponto. Alguns membros da banda, após sua dissolução em 1973, vieram a fundar o Bad Company.O que ouvir primeiro: Fire and Water de 1970.
Meus Top 5 jogos eletrônicos para festas.

A pergunta é: existe alguma maneira de conciliar videogueime, uma atividade tradicionalmente anti-social, com festa? A resposta a essa pergunta tem se tornado mais fácil por ocasião dos lançamentos mais recentes da indústria dos games voltados para os jogadores casuais. Os chamados jogos casuais são aqueles voltados ao público que quase nunca (ou muito pouco) pega em um controle de videogueime. Eles são estruturados de uma forma que permite que a sua learning curve (curva de aprendizado) não tome mais que alguns segundos de explicação sobre a função de cada botão. Esse tipo de jogo permite que o seu videogueime seja compartilhado com sua família e a sua namorada — públicos que, tradicionalmente, são alheios ao mundo dos jogos eletrônicos — e podem garantir horas de diversão, sem excluir ninguém. Então, a resposta é sim: você pode trazer o seu videogueime para a sua festa. E aqui vão os meus Top 5 jogos aos quais cabe essa função:
1°. Super Smash Bros. Brawl (Wii): é um jogo de luta crossover (que agrega personagens de diferentes jogos) que conta com 35 personagens no total. As duas grandes vantagens deste jogo para festas em casa são que (i) ele permite que até 4 pessoas disputem uma luta ao mesmo tempo (que tendem a ser curtas) e (ii) o controle dos personagens em combate, que é extremamente simplificado. Embora a vantagem que jogadores experientes levam sobre novatos não seja eliminada pela facilidade na jogabilidades, pessoas que nunca tiveram contato com o jogo podem acompanhar a dinâmica de uma luta e se interessar por ela. Um bônus do jogo é que a maioria das personagens jogáveis vem de jogos muito conhecidos, o que faz com que os jogadores se identifiquem mais rapidamente com o jogo (quem já viu marinheiros de primeira viagem jogando Super Smash Bros. Brawl e não ouviu um “quero o Pikachu!” ou um “escolhe o Mario pra mim!”, que atire a primeira pedra.)
2°. SingStar (PS2, PS3): trata-se de uma coletânea de jogos de karaokê que já conta com 19 versões lançadas com canções em inglês e mais uma série de variações de títulos que incluem canções em outras línguas (já joguei as versões com música em Alemão). O jogo é simples: o jogador canta a letra da música, acompanhando o ritmo, e tentando combinar a altura da voz com variações que são mostradas na tela; no final, o jogo informa a pontuação do jogador. A sessão de karaokê pode ser dividida entre dois microfones, que são comprados como acessórios extras para o jogo. SingStar não é, de fato, um jogo eletrônico tradicional. É um karaokê que se canta no videogueime; contudo, é diversão garantida. Desse, ninguém fica de fora: a biblioteca de canções é bem vasta, inclui desde rock pauleira (como o da cação Ace of Spades do Motörhead) até uma versão especial só com canções do ABBA. O único problema é que, até onde eu sei, não há uma versão do jogo com música brasileira.
3°. Mario Kart Wii (Wii): é a versão para o Wii de uma das mais populares franquias de videogueime que já existiram. Nele, até 4 jogadores podem disputar corridas de carro (ou moto!), escolhendo entre 24 personagens jogáveis advindos do universo Nintendo. O jogo faz uso dos sensores no controle do Wii para transformá-lo em um volante de carro (um acessório para o encaixe do controle acompanha o jogo para facilitar o processo); o jogo também permite que outras variações de controle para o Wii sejam utilizadas (como o uso do acessório Nunchuk ou de controles originários do Nintendo Game Cube), o que facilita o manejamento dos veículos para jogadores novatos. Um ponto muito interessante no jogo é o do uso de armas para atrapalhar os oponentes, coisa que permite uma permutação constante de posições entre os jogadores. De bônus, o jogo ainda possui um excelente modo on-line, que garante horas de diversão para além das da festa.
4°. Guitar Hero World Tour (Wii, Xbox 360, PS2, PS3, PC, Mac): é a atualização mais recente da série Guitar Hero para consoles caseiros (sem contar as coletâneas de canções extras, vendidas separadamente). Trata-se, em resumo, de uma evolução da ideia do karaokê; porém, nele, o jogador pode se valer de controles em formato de instrumentos musicais (guitarra e bateria) que o permitem seguir uma sequência de botões exibidas na tela e, assim, “tocar” a canção. Em conjunto com a voz, o jogador pode simular o contrabaixo, a guitarra e/ou a bateria. O único detalhe que faz com que o Guitar Hero World Tour não esteja em uma posição mais alta na lista é a dificuldade na jogabilidade (quando comparado com os outros jogos mencionados até aqui). Até no modo mais fácil, o jogo demanda alguma “noção” de videogueimes para que o jogador saiba, pelo menos, o que está acontecendo. Se a sua festa for de adolescentes ou jovens, o jogo vai servir muito bem (e divertir bastante), mas se for uma festa de família, é provável que sua mãe ou seu tio peçam para você tirar o videogueime da sala.
5°. Wii Sports (Wii): é uma coletâneas de jogos de esporte que acompanha o Wii (portanto, se você tem um Wii, é provável que você tenha esse jogo). São 5 modalidades: tênis, basebol, boxe, golf e boliche. Todos os jogos são muito simples e não requerem conhecimento algum de videogueime (é sério!). Podem ser jogados com um número menor (boxe) ou maior (boliche) de pessoas. E a grande vantagem é que você não precisa comprar um jogo só para aqueles momentos nos quais as pessoas se reúnem na sua casa. Com ele, é só tirar o disco do Mario Galaxy do seu console e ir procurar a caixa empoeirada do Wii Sports em algum canto do seu guarda-roupas!
Conclusão: em termos de jogos casuais, é claro que o Wii possui a liderança indisputável. Contudo, não pensem que este post é uma apologia ao Wii. Se eu tivesse dinheiro para comprar um Wii agora, correria à loja e compraria um Xbox 360 — e faria meus convidados me assistirem jogando Resident Evil 5 por 5 horas seguidas (não estou nem aí!)
1°. Super Smash Bros. Brawl (Wii): é um jogo de luta crossover (que agrega personagens de diferentes jogos) que conta com 35 personagens no total. As duas grandes vantagens deste jogo para festas em casa são que (i) ele permite que até 4 pessoas disputem uma luta ao mesmo tempo (que tendem a ser curtas) e (ii) o controle dos personagens em combate, que é extremamente simplificado. Embora a vantagem que jogadores experientes levam sobre novatos não seja eliminada pela facilidade na jogabilidades, pessoas que nunca tiveram contato com o jogo podem acompanhar a dinâmica de uma luta e se interessar por ela. Um bônus do jogo é que a maioria das personagens jogáveis vem de jogos muito conhecidos, o que faz com que os jogadores se identifiquem mais rapidamente com o jogo (quem já viu marinheiros de primeira viagem jogando Super Smash Bros. Brawl e não ouviu um “quero o Pikachu!” ou um “escolhe o Mario pra mim!”, que atire a primeira pedra.)
2°. SingStar (PS2, PS3): trata-se de uma coletânea de jogos de karaokê que já conta com 19 versões lançadas com canções em inglês e mais uma série de variações de títulos que incluem canções em outras línguas (já joguei as versões com música em Alemão). O jogo é simples: o jogador canta a letra da música, acompanhando o ritmo, e tentando combinar a altura da voz com variações que são mostradas na tela; no final, o jogo informa a pontuação do jogador. A sessão de karaokê pode ser dividida entre dois microfones, que são comprados como acessórios extras para o jogo. SingStar não é, de fato, um jogo eletrônico tradicional. É um karaokê que se canta no videogueime; contudo, é diversão garantida. Desse, ninguém fica de fora: a biblioteca de canções é bem vasta, inclui desde rock pauleira (como o da cação Ace of Spades do Motörhead) até uma versão especial só com canções do ABBA. O único problema é que, até onde eu sei, não há uma versão do jogo com música brasileira.
3°. Mario Kart Wii (Wii): é a versão para o Wii de uma das mais populares franquias de videogueime que já existiram. Nele, até 4 jogadores podem disputar corridas de carro (ou moto!), escolhendo entre 24 personagens jogáveis advindos do universo Nintendo. O jogo faz uso dos sensores no controle do Wii para transformá-lo em um volante de carro (um acessório para o encaixe do controle acompanha o jogo para facilitar o processo); o jogo também permite que outras variações de controle para o Wii sejam utilizadas (como o uso do acessório Nunchuk ou de controles originários do Nintendo Game Cube), o que facilita o manejamento dos veículos para jogadores novatos. Um ponto muito interessante no jogo é o do uso de armas para atrapalhar os oponentes, coisa que permite uma permutação constante de posições entre os jogadores. De bônus, o jogo ainda possui um excelente modo on-line, que garante horas de diversão para além das da festa.
4°. Guitar Hero World Tour (Wii, Xbox 360, PS2, PS3, PC, Mac): é a atualização mais recente da série Guitar Hero para consoles caseiros (sem contar as coletâneas de canções extras, vendidas separadamente). Trata-se, em resumo, de uma evolução da ideia do karaokê; porém, nele, o jogador pode se valer de controles em formato de instrumentos musicais (guitarra e bateria) que o permitem seguir uma sequência de botões exibidas na tela e, assim, “tocar” a canção. Em conjunto com a voz, o jogador pode simular o contrabaixo, a guitarra e/ou a bateria. O único detalhe que faz com que o Guitar Hero World Tour não esteja em uma posição mais alta na lista é a dificuldade na jogabilidade (quando comparado com os outros jogos mencionados até aqui). Até no modo mais fácil, o jogo demanda alguma “noção” de videogueimes para que o jogador saiba, pelo menos, o que está acontecendo. Se a sua festa for de adolescentes ou jovens, o jogo vai servir muito bem (e divertir bastante), mas se for uma festa de família, é provável que sua mãe ou seu tio peçam para você tirar o videogueime da sala.
5°. Wii Sports (Wii): é uma coletâneas de jogos de esporte que acompanha o Wii (portanto, se você tem um Wii, é provável que você tenha esse jogo). São 5 modalidades: tênis, basebol, boxe, golf e boliche. Todos os jogos são muito simples e não requerem conhecimento algum de videogueime (é sério!). Podem ser jogados com um número menor (boxe) ou maior (boliche) de pessoas. E a grande vantagem é que você não precisa comprar um jogo só para aqueles momentos nos quais as pessoas se reúnem na sua casa. Com ele, é só tirar o disco do Mario Galaxy do seu console e ir procurar a caixa empoeirada do Wii Sports em algum canto do seu guarda-roupas!Conclusão: em termos de jogos casuais, é claro que o Wii possui a liderança indisputável. Contudo, não pensem que este post é uma apologia ao Wii. Se eu tivesse dinheiro para comprar um Wii agora, correria à loja e compraria um Xbox 360 — e faria meus convidados me assistirem jogando Resident Evil 5 por 5 horas seguidas (não estou nem aí!)
Lanterna Verde — HELL YEAH!
O Filme do Lanterna Verde foi confirmado para 2011. No papel de Hal Jordan, teremos Ryan Reynolds (o Deadpool de X-Men Origins: Wolverine). Entre os roteiristas estará Michael Green (nome curioso), responsável pelo roteiro de 3 episódios de Heroes e 6 de Smallville — assisti a todos os de Heroes, nenhum deles muito impressionante — e também Marc Guggenheim, que co-escreveu o roteiro de X-Men Origins: Wolverine — a referência não o ajuda muito.
O Lanterna Verde é um dos meus heróis favoritos (o que inclui não só o Hall Jordan, como também as outras personagens que já atuaram sob esse nome). A escolha de Reynolds foi boa (embora estivesse torcendo para Chris Pine de Star Trek), ele esteve muito bem no pouco que apareceu em X-Men Origins: Wolverine como Deadpool — com efeito, achei que as falas dele foram os momentos mais altos do filme — e parece que vai dar conta do recado. A única pergunta que para mim permanece é sobre o que será feito do filme do Deadpool, que estava sendo cogitado para ir como herói solo, da mesma forma que aconteceu com Wolverine. Houve boatos de que o filme estava nos planos da Marvel; mas o que fazer se o ator original do papel já está em uma produção de um dos heróis centrais do Universo DC? Por mim, eu também quero um filme do Deadpool!
O Lanterna Verde é um dos meus heróis favoritos (o que inclui não só o Hall Jordan, como também as outras personagens que já atuaram sob esse nome). A escolha de Reynolds foi boa (embora estivesse torcendo para Chris Pine de Star Trek), ele esteve muito bem no pouco que apareceu em X-Men Origins: Wolverine como Deadpool — com efeito, achei que as falas dele foram os momentos mais altos do filme — e parece que vai dar conta do recado. A única pergunta que para mim permanece é sobre o que será feito do filme do Deadpool, que estava sendo cogitado para ir como herói solo, da mesma forma que aconteceu com Wolverine. Houve boatos de que o filme estava nos planos da Marvel; mas o que fazer se o ator original do papel já está em uma produção de um dos heróis centrais do Universo DC? Por mim, eu também quero um filme do Deadpool!
Não importa o quanto você tente, nunca vai ter o tempo suficiente para adquirir habilidade para fazer isto.
O recordista mundial de Guitar Hero Danny Johnson se juntou a um baterista profissional (acho) para tentar quebrar novos recordes do jogo — desta vez, em modo co-op. Veja no que deu; é impressionante!
District 9
District 9 é um filme de ficção científica que, ao que tudo indica, trás uma nova perspectiva para os enredos de invasões de alienígenas. Neste filme, os aliens que chegam à Terra não são hostis. São uma população de refugiados de seu planeta natal que acaba sendo assentada em um campo de refugiados isolado, em um subúrbio na Africa do Sul. A trama gira em torno de humanos tentando ganhar o controle dos armamentos alienígenas.
O filme tem direção de Neill Blomkamp e é produzido por Peter Jackson. A previsão é que seja lançado no Brasil em 30 de outubro.
Acho que o filme vai ser bom. Estou esperando.
O filme tem direção de Neill Blomkamp e é produzido por Peter Jackson. A previsão é que seja lançado no Brasil em 30 de outubro.
Acho que o filme vai ser bom. Estou esperando.
Como colocar um anel para montagem de filtro em uma lente que não tem um (vídeo por vir).
Hoje consegui — finalmente — arrumar um jeito de acoplar um anel que me permite colocar filtros em lentes (e até câmeras) que não possuem rosca para se acoplar dispositivos adicionais.O processo todo envolveu um anel de rosca de um lens hood (protetor solar?) de borracha que eu comprei, uma fita isolante com camada de tecido e super cola. Agora posso acoplar um filtro polarizador de 72mm à minha lente grande-angular.
Logo, logo, coloco todos os detalhes no Youtube para todos os vídeo-amadores e produtores de baixo orçamento que precisem fazer o mesmo.
De volta, com livros, DVDs e jogos novos de PSP.
Melhores Episódios de House por temporada.
Primeira Temporada:
"Paternity"
"DNR"
"Three Stories"
"Occam's Razor"
"Control"
Segunda Temporada:
"Acceptance"
"Autopsy"
"The Mistake"
"Euphoria, Part 1"
"Euphoria, Part 2"
Terceira Temporada:
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