
A pergunta é: existe alguma maneira de conciliar videogueime, uma atividade tradicionalmente anti-social, com festa? A resposta a essa pergunta tem se tornado mais fácil por ocasião dos lançamentos mais recentes da indústria dos games voltados para os jogadores casuais. Os chamados jogos casuais são aqueles voltados ao público que quase nunca (ou muito pouco) pega em um controle de videogueime. Eles são estruturados de uma forma que permite que a sua learning curve (curva de aprendizado) não tome mais que alguns segundos de explicação sobre a função de cada botão. Esse tipo de jogo permite que o seu videogueime seja compartilhado com sua família e a sua namorada — públicos que, tradicionalmente, são alheios ao mundo dos jogos eletrônicos — e podem garantir horas de diversão, sem excluir ninguém. Então, a resposta é sim: você pode trazer o seu videogueime para a sua festa. E aqui vão os meus Top 5 jogos aos quais cabe essa função:
1°. Super Smash Bros. Brawl (Wii): é um jogo de luta crossover (que agrega personagens de diferentes jogos) que conta com 35 personagens no total. As duas grandes vantagens deste jogo para festas em casa são que (i) ele permite que até 4 pessoas disputem uma luta ao mesmo tempo (que tendem a ser curtas) e (ii) o controle dos personagens em combate, que é extremamente simplificado. Embora a vantagem que jogadores experientes levam sobre novatos não seja eliminada pela facilidade na jogabilidades, pessoas que nunca tiveram contato com o jogo podem acompanhar a dinâmica de uma luta e se interessar por ela. Um bônus do jogo é que a maioria das personagens jogáveis vem de jogos muito conhecidos, o que faz com que os jogadores se identifiquem mais rapidamente com o jogo (quem já viu marinheiros de primeira viagem jogando Super Smash Bros. Brawl e não ouviu um “quero o Pikachu!” ou um “escolhe o Mario pra mim!”, que atire a primeira pedra.)
2°. SingStar (PS2, PS3): trata-se de uma coletânea de jogos de karaokê que já conta com 19 versões lançadas com canções em inglês e mais uma série de variações de títulos que incluem canções em outras línguas (já joguei as versões com música em Alemão). O jogo é simples: o jogador canta a letra da música, acompanhando o ritmo, e tentando combinar a altura da voz com variações que são mostradas na tela; no final, o jogo informa a pontuação do jogador. A sessão de karaokê pode ser dividida entre dois microfones, que são comprados como acessórios extras para o jogo. SingStar não é, de fato, um jogo eletrônico tradicional. É um karaokê que se canta no videogueime; contudo, é diversão garantida. Desse, ninguém fica de fora: a biblioteca de canções é bem vasta, inclui desde rock pauleira (como o da cação Ace of Spades do Motörhead) até uma versão especial só com canções do ABBA. O único problema é que, até onde eu sei, não há uma versão do jogo com música brasileira.
3°. Mario Kart Wii (Wii): é a versão para o Wii de uma das mais populares franquias de videogueime que já existiram. Nele, até 4 jogadores podem disputar corridas de carro (ou moto!), escolhendo entre 24 personagens jogáveis advindos do universo Nintendo. O jogo faz uso dos sensores no controle do Wii para transformá-lo em um volante de carro (um acessório para o encaixe do controle acompanha o jogo para facilitar o processo); o jogo também permite que outras variações de controle para o Wii sejam utilizadas (como o uso do acessório Nunchuk ou de controles originários do Nintendo Game Cube), o que facilita o manejamento dos veículos para jogadores novatos. Um ponto muito interessante no jogo é o do uso de armas para atrapalhar os oponentes, coisa que permite uma permutação constante de posições entre os jogadores. De bônus, o jogo ainda possui um excelente modo on-line, que garante horas de diversão para além das da festa.
4°. Guitar Hero World Tour (Wii, Xbox 360, PS2, PS3, PC, Mac): é a atualização mais recente da série Guitar Hero para consoles caseiros (sem contar as coletâneas de canções extras, vendidas separadamente). Trata-se, em resumo, de uma evolução da ideia do karaokê; porém, nele, o jogador pode se valer de controles em formato de instrumentos musicais (guitarra e bateria) que o permitem seguir uma sequência de botões exibidas na tela e, assim, “tocar” a canção. Em conjunto com a voz, o jogador pode simular o contrabaixo, a guitarra e/ou a bateria. O único detalhe que faz com que o Guitar Hero World Tour não esteja em uma posição mais alta na lista é a dificuldade na jogabilidade (quando comparado com os outros jogos mencionados até aqui). Até no modo mais fácil, o jogo demanda alguma “noção” de videogueimes para que o jogador saiba, pelo menos, o que está acontecendo. Se a sua festa for de adolescentes ou jovens, o jogo vai servir muito bem (e divertir bastante), mas se for uma festa de família, é provável que sua mãe ou seu tio peçam para você tirar o videogueime da sala.
5°. Wii Sports (Wii): é uma coletâneas de jogos de esporte que acompanha o Wii (portanto, se você tem um Wii, é provável que você tenha esse jogo). São 5 modalidades: tênis, basebol, boxe, golf e boliche. Todos os jogos são muito simples e não requerem conhecimento algum de videogueime (é sério!). Podem ser jogados com um número menor (boxe) ou maior (boliche) de pessoas. E a grande vantagem é que você não precisa comprar um jogo só para aqueles momentos nos quais as pessoas se reúnem na sua casa. Com ele, é só tirar o disco do Mario Galaxy do seu console e ir procurar a caixa empoeirada do Wii Sports em algum canto do seu guarda-roupas!
Conclusão: em termos de jogos casuais, é claro que o Wii possui a liderança indisputável. Contudo, não pensem que este post é uma apologia ao Wii. Se eu tivesse dinheiro para comprar um Wii agora, correria à loja e compraria um Xbox 360 — e faria meus convidados me assistirem jogando Resident Evil 5 por 5 horas seguidas (não estou nem aí!)
1°. Super Smash Bros. Brawl (Wii): é um jogo de luta crossover (que agrega personagens de diferentes jogos) que conta com 35 personagens no total. As duas grandes vantagens deste jogo para festas em casa são que (i) ele permite que até 4 pessoas disputem uma luta ao mesmo tempo (que tendem a ser curtas) e (ii) o controle dos personagens em combate, que é extremamente simplificado. Embora a vantagem que jogadores experientes levam sobre novatos não seja eliminada pela facilidade na jogabilidades, pessoas que nunca tiveram contato com o jogo podem acompanhar a dinâmica de uma luta e se interessar por ela. Um bônus do jogo é que a maioria das personagens jogáveis vem de jogos muito conhecidos, o que faz com que os jogadores se identifiquem mais rapidamente com o jogo (quem já viu marinheiros de primeira viagem jogando Super Smash Bros. Brawl e não ouviu um “quero o Pikachu!” ou um “escolhe o Mario pra mim!”, que atire a primeira pedra.)
2°. SingStar (PS2, PS3): trata-se de uma coletânea de jogos de karaokê que já conta com 19 versões lançadas com canções em inglês e mais uma série de variações de títulos que incluem canções em outras línguas (já joguei as versões com música em Alemão). O jogo é simples: o jogador canta a letra da música, acompanhando o ritmo, e tentando combinar a altura da voz com variações que são mostradas na tela; no final, o jogo informa a pontuação do jogador. A sessão de karaokê pode ser dividida entre dois microfones, que são comprados como acessórios extras para o jogo. SingStar não é, de fato, um jogo eletrônico tradicional. É um karaokê que se canta no videogueime; contudo, é diversão garantida. Desse, ninguém fica de fora: a biblioteca de canções é bem vasta, inclui desde rock pauleira (como o da cação Ace of Spades do Motörhead) até uma versão especial só com canções do ABBA. O único problema é que, até onde eu sei, não há uma versão do jogo com música brasileira.
3°. Mario Kart Wii (Wii): é a versão para o Wii de uma das mais populares franquias de videogueime que já existiram. Nele, até 4 jogadores podem disputar corridas de carro (ou moto!), escolhendo entre 24 personagens jogáveis advindos do universo Nintendo. O jogo faz uso dos sensores no controle do Wii para transformá-lo em um volante de carro (um acessório para o encaixe do controle acompanha o jogo para facilitar o processo); o jogo também permite que outras variações de controle para o Wii sejam utilizadas (como o uso do acessório Nunchuk ou de controles originários do Nintendo Game Cube), o que facilita o manejamento dos veículos para jogadores novatos. Um ponto muito interessante no jogo é o do uso de armas para atrapalhar os oponentes, coisa que permite uma permutação constante de posições entre os jogadores. De bônus, o jogo ainda possui um excelente modo on-line, que garante horas de diversão para além das da festa.
4°. Guitar Hero World Tour (Wii, Xbox 360, PS2, PS3, PC, Mac): é a atualização mais recente da série Guitar Hero para consoles caseiros (sem contar as coletâneas de canções extras, vendidas separadamente). Trata-se, em resumo, de uma evolução da ideia do karaokê; porém, nele, o jogador pode se valer de controles em formato de instrumentos musicais (guitarra e bateria) que o permitem seguir uma sequência de botões exibidas na tela e, assim, “tocar” a canção. Em conjunto com a voz, o jogador pode simular o contrabaixo, a guitarra e/ou a bateria. O único detalhe que faz com que o Guitar Hero World Tour não esteja em uma posição mais alta na lista é a dificuldade na jogabilidade (quando comparado com os outros jogos mencionados até aqui). Até no modo mais fácil, o jogo demanda alguma “noção” de videogueimes para que o jogador saiba, pelo menos, o que está acontecendo. Se a sua festa for de adolescentes ou jovens, o jogo vai servir muito bem (e divertir bastante), mas se for uma festa de família, é provável que sua mãe ou seu tio peçam para você tirar o videogueime da sala.
5°. Wii Sports (Wii): é uma coletâneas de jogos de esporte que acompanha o Wii (portanto, se você tem um Wii, é provável que você tenha esse jogo). São 5 modalidades: tênis, basebol, boxe, golf e boliche. Todos os jogos são muito simples e não requerem conhecimento algum de videogueime (é sério!). Podem ser jogados com um número menor (boxe) ou maior (boliche) de pessoas. E a grande vantagem é que você não precisa comprar um jogo só para aqueles momentos nos quais as pessoas se reúnem na sua casa. Com ele, é só tirar o disco do Mario Galaxy do seu console e ir procurar a caixa empoeirada do Wii Sports em algum canto do seu guarda-roupas!Conclusão: em termos de jogos casuais, é claro que o Wii possui a liderança indisputável. Contudo, não pensem que este post é uma apologia ao Wii. Se eu tivesse dinheiro para comprar um Wii agora, correria à loja e compraria um Xbox 360 — e faria meus convidados me assistirem jogando Resident Evil 5 por 5 horas seguidas (não estou nem aí!)
5 comentários:
Dalhe mario kart rsss
Guitar Hero \o/
Não sou fã de vídeo game, meu irmão tem um aqui mas nunca jogo... Mas gosto do Guitar Hero, só não acho que combine vídeo game com festa; pro dono da festa é ótimo né, já pros outros........ enfim. asushau;
ESSE DE ESPORTES HEIN...
Realmente, Mario é uma boa pedida quando se está reunido com amigos. Classico e ao mesmo tempo moderno. Muito bom e também gostei de todos os outros jogos listados!
http://cerebro-musical.blogspot.com
agente aki joga mimica galera começa a beber vai ficando cada vez melhor hahaa
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